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  • Rota da Uva de Jundiaí!

Conheça Jundiaí - SP

Jundiaí está entre as 10 melhores cidades para se viver no Estado de SP. Situada aos pés da Serra do Japi,possuindo um clima agradável, podendo se dispor do privilégio de viver com a natureza tão próxima. Jundiaí tem como um de seus pontos fortes sua localização, está apenas 63 quilômetros da Capital -São Paulo, é um dos maiores pólos industriais de logística e distribuição do Estado. Quer morar com Qualidade de Vida? Então conheça Jundiaí! Maiores Informações (11) 4525-0267.





A Cidade

Por: Diário do Grande ABC

 Cerca de uma hora e meia do Grande ABC, em Jundiaí, existe a Rota da Uva, você conhece? Não? Então venha conhecer e saber mais sobre esse ponto turístico incrível! Confira:

 

Estabelecida como roteiro turístico em 2015, ela surgiu como forma de estimular a economia local e perpetuar as culturas italiana e portuguesa enraizadas na cidade do Interior. Quem passa pela Rodovia dos Bandeirantes e conhece a cidade, que beira a estrada, apenas de vista não faz ideia dos tesouros guardados pelos bairros Caxambu, Colônia, Toca e Roseira, ‘imersos’ em muito verde e contato genuíno com a natureza. O roteiro é para Dionísio (deus grego do vinho) nenhum colocar defeito, no entanto, os próprios produtores alertam que o visitante deve chegar desprovido de comparações com exemplares importados, como chilenos, argentinos ou sul-africanos, por exemplo, uma vez que cada solo e clima são propícios ao cultivo de alguns tipos de uva, que derivam sabores distintos.

No caso de Jundiaí, o gostinho marcante é o de que se está degustando uvas muito frescas com menor teor alcoólico – em torno de 11%, enquanto que os demais chegam a 14,5% –, mesmo para as versões secas (as suaves costumam ser bem mais doces), o que também deixa a saga de degustações mais leve, ainda mais sob o clima típico de Interior, marcado por sol intenso, que deixa o passeio mais agradável durante o dia e, ao cair da noite, cede espaço à brisa fresca.

A ORIGEM - Em Jundiaí, é comum que os moradores das áreas rurais produzam seus vinhos para consumo próprio desde o fim do século 19, quando começou onda imigratória principalmente da Itália e de Portugal. Essa cultura passou a ser disseminada nos anos 1930, especificamente em 1933, quando a uva niágara, que era branca, foi mutada para tom rosado e continuou sendo plantada. Foi ela que deu origem à tradição vinícola da cidade e está presente em todas as adegas da rota. O vinho rosado feito a partir dela é mais doce e aromático e, por conta dessas características, os integrantes da Rota da Uva têm o objetivo de conquistar selo de denominação de origem – assim como os DOC (Denominação de Origem Controlada) da Toscana, na Itália.

Além da niágara, são plantadas também moscatel, corbina, isabel, sauvignon blanc, syrah e bordeaux, além da uva híbrida máximo, desenvolvida especialmente para o solo local pelo IAC (Instituto Agronômico de Campinas) a partir da mistura de isabel e seibel. São trazidas do Sul apenas merlot e cabernet sauvignon, chamadas de uvas finas, para diversificar o repertório e ir além das uvas de mesa.

Os vinhos são engarrafados, em média, um ano depois de serem produzidos. Eles têm de passar por processo de fermentação e maturação para adquirir sabor. A partir de seis meses estão prontos. “Nossos vinhos não são feitos para guardar até cinco anos. O ideal é até dois”, assinala Amarildo Martins, proprietário da Adega Martê. O mais ilustre filho da terra é a Cereser, que produz anualmente 1 milhão de litros de bebidas, exporta para 56 países e possui o maior tonel da América Latina, de 356 mil litros. A loja de fábrica oferece novidades que vão muito além da cidra que há décadas bate cartão nas ceias natalinas familiares, e que nem sempre encontramos pelas gôndolas dos supermercados do Grande ABC, e com preços cerca de 3% menores, por isso vale a visita.

A fabricante, porém, está longe de ser a protagonista. O palco da rota é muito bem distribuído, a propósito. A história da uva na cidade é contada, de maneira deliciosa, por cada um dos 29 integrantes do circuito jundiaiense, entre adegas, restaurantes e lojas especiais, que relatam como as suas famílias começaram a produzir vinho. Os preços dos rótulos giram em torno de R$ 20.

A relação com as videiras toma forma por meio de objetos expostos no pequeno Museu do Vinho, situado na Villa Brunholi. Em formato de tonel de vinho, exibe, por exemplo, prensa de uva, garrafões antigos, sementes de diferentes tipos da fruta e recipiente em que elas costumavam ser pisadas. Embora alguns lugares mantenham a tradição da pisa da uva, em Jundiaí hoje só faz isso quem produz a bebida em casa, explica o idealizador e presidente da Rota da Uva, Paulo Brunholi. “Não compensa mais produzir dessa forma para comercializar o vinho por conta do volume obtido. Por exemplo, se quatro pessoas realizarem a pisa por um dia inteiro, elas serão capazes de esmagar uma tonelada de uva, enquanto que em uma hora a máquina processa quatro toneladas. Sem contar que o processo mecanizado é mais higiênico.”

No local também há uma telha de barro que mostra, na prática, a origem da expressão ‘feito nas coxas’. “Os imigrantes italianos chegavam aqui sem dinheiro e tinham de se virar. Então cada um fazia telha de um jeito, moldando nas coxas”, conta Brunholi.

Cidade reúne opções que vão muito além do vinho

Mesmo quem não é tão fã de vinho pode se divertir degustando outras bebidas alcoólicas que também são produzidas em Jundiaí, a exemplo de cervejas artesanais. A Open Tap foi além e inovou ao dispor dez tipos de chope que podem ser consumidos a partir de 18 ml, para serem degustados, com pagamento em cartão que é recarregado por aplicativo. “Queríamos baratear o copo de chope e divulgar produtos feitos em Jundiaí”, conta o proprietário Felipe Colucci, ao exemplificar que 300 ml saem a partir de R$ 8,70, quantidade que pode ser fracionada nas variedades desejadas.

A cachaça também ganha espaço entre os vinhos, e a Cachaçaria Casa Grande oferece degustação à vontade de mais de 60 variações da bebida, incluindo de uva e envelhecida em barril de carvalho, tida como o uísque das cachaças. “Basta encher garrafa com o tipo que mais gostar, por R$ 15”, conta Valmir de Souza, que fabrica cachaça há 12 anos. Ainda no campo de bebidas ‘estranhas no ninho’, a Adega Brunholi não só produz caipirinha engarrafada como a exporta para República Dominicana e Reino Unido desde 2017 – 40% da produção segue a esses destinos. Outra aposta está no gin aromático, cuja produção chega a 80 litros por mês.

PASSEIO FAMÍLIA - Vale dizer, porém, que a Rota da Uva não é indicada só para quem aprecia bebidas alcoólicas, mas para toda a família, uma vez que o suco de uva integral (na Adega Don Martê e no Sítio Família Vendramin), ou o natural, este feito na hora, o que exalta ainda mais a doçura da fruta (Kioske Roseira), têm tanto espaço quanto a bebida alcoólica. A visita aos parreirais, disponíveis no Sítio Fontebasso, Adega do Português, Adega e Cervejaria Galvão e Adega Martins, por exemplo, conferem charme extra ao passeio. É bem interessante conhecer o processo de produção da fruta, sem contar que as videiras sempre garantem cliques fotogênicos.

O Sítio Fontebasso, aliás, existe desde 1887 e foi adquirido por 800 mil réis, e sobraram 200 contos para iniciar a produção de uva, conta Rodinei Fontebasso, que produz oito variedades de vinho.

Integração com a natureza também é garantida na horta orgânica do Hortifruti Miossi, em que é possível colher seu próprio pé de alface, couve ou de temperos como cebolinha e salsinha e levar para casa. Tudo orgânico, ou seja, sem agrotóxico. Situado junto ao Rio Jundiaí-Mirim, que concentra 70% da água que abastece a cidade, o restaurante Spiandorello rende belas fotos.

Crianças têm entretenimento garantido na minifazenda da Villa Brunholi ou no Sítio Família Vendramin. Ambos os lugares têm histórias curiosas com porcos. O primeiro abriga Panceta, que foi comprado como um minipig, mas virou um porco imenso e foi adotado pelo espaço. No segundo, é possível visitar um curral com porcos também enormes (só cuidado para não ‘trombar’ com um deles, que, diante da presença de visitantes, sobem na mureta) e que garantem a subsistência da família, assim como plantações de frutas, a exemplo de pêssego. Tratam-se de experiências enriquecedoras.

Outro atrativo é a gastronomia herdada dos imigrantes italianos e adaptada nas fazendas, que geralmente oferece iguarias confeccionadas artesanalmente ou colhidas no local e prioriza os alimentos frescos. Vai desde pêssegos e morangos dulcíssimos (Barraca de Frutas por Falar em Uva), passando por torresmos macios e crocantes e pão de torresmo – torça para que a receita tenha sido colocada à prova pelos octogenários da família no dia da visita (Vendinha do Alto), queijo curado no vinho e talharim com ragu de linguiça caipira (Beraldo di Cale) e porção de tilápia e camarões graúdos (O Italianão).

Curiosamente, um dos patrimônios imateriais de Jundiaí é a coxinha de queijo (Kioske Roseira), que na verdade se assemelha a um bolinho de queijo em outro formato. Para quem não abre mão da tradicional versão de frango, porém, vale a pena provar as duas. 

A jornalista viajou a convite da Rota da Uva de Jundiaí

PASSEIO GUIADO -  O passeio guiado é realizado pela equipe da Rota da Uva aos sábados, exceto no segundo sábado do mês. Com início às 10h30, o trajeto inclui duas adegas, uma loja especial – tais como venda de pães artesanais e frutas de época – e um restaurante, terminando, aproximadamente, às 16h15.O custo é de R$ 25 por pessoa, destinado ao guiamento e transporte, que é feito de ônibus. Mais informações pelo telefone (11) 95778-0811.

COMO IR - O Expresso Turístico da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) parte da Estação Luz, na Capital, às 8h30, com destino a Jundiaí, todos os sábados. A tarifa de ida e volta custa a partir de R$ 50, com descontos conforme número de pessoas. Na volta, o trem sai às 16h30. Os ingressos devem ser adquiridos com antecedência na Estação Luz e na Prefeito Celso Daniel, em Santo André. Para mais informações, acesse o site www.cptm.sp.gov.br. De carro, a cidade fica a 76,5 quilômetros de Santo André. O trajeto é feito pelas rodovias dos Bandeirantes (SP-348) e Anhanguera (SP-330), com um pedágio de R$ 9,20.

ONDE FICAR - Preços cotados para a diária de um casal, com check-in no dia 19 de janeiro, durante a Festa da Uva, que vai dos dias 17 a 27 e de 1º a 3 de fevereiro:

Aparthotel Adágio – a partir de R$ 176. Site: www.accorhotels.com. Telefone: (11) 2448-9400

Ibis Jundiaí Shopping – a partir de R$ 143. Site: www.accorhotels.com. Telefone: (11) 3308-8300

Quality Hotel Jundiaí – a partir de R$ 216. Site: www.atlanticahotels.com.br. Telefone: (11) 4583-0777


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